Pra dar uma variada, vamos para o papel no review de hoje. Comecemos então por uma encadernada.
Frequência Global

O que é:
É uma série criada pelo aclamado escritor Warren Ellis, que conta a história de uma organização civil, dedicada a resolver conflitos e/ou situações que as organizações militares e governamentais.
No Brasil saiu pela Panini, numa encadernada capa dura, por R$ 39,90 em média.
A organização, conhecida como Frequência Global é comandada por Miranda Zero e tem em suas fileiras 1001 membros, todos com conhecimentos ou habilidades acima da média. Cada um vive sua vida de civil normal e porta um celular especial que so recebe ligações da Frequência, com um convite (ou intimação) para uma missão.

O que é bom:
O clima das historias é bem despojado. Cada historia é fechada em si mesma, o que me lembrou um formato meio série de TV, onde cada episódio independe do prévio para ser compreendido. Você pode ler as historias de ultima para a primeira que não faz a menor diferença.
Além disso, o clima sem super-heróis é bem interessante pra que quer respirar um pouco fora das paginas extra coloridas.

O que melhorar:
Apesar de aceitar que cada traço atende ao tipo de historia sendo contada, a mudança de desenhistas do titulo é, por vezes, muito brusca. Eu poderia jurar que estava lendo outra série, não fosse a formula proposta pela mesma.
A formula é outra coisa dúbia. Ela funciona bem, no sentido de trazer um personagem novo como protagonista da historia, porém, cria uma expectativa muito grande em torno do misterio de Miranda Zero e sua fiel escudeira Aleph.
É, portanto, um quadrinho adulto de qualidade razoável – não é a coisa mais brilhante que Warren Ellis escreveu – mas serve pra uma leitura descompromissada.
Caso você tenha duvidas se quer ler, a Panini liberou a 1ª historia no seu hotsite. Confira e boa leitura.






Informação adicional: As histórias são fechadas em si mesmas lembrando uma série de TV porque, originalmente, foi escrita pra se tornar uma série de TV… mas o Ellis não teve tanta moral pra lançar, o projeto foi engavetado e acabou sendo adaptado pro desenho.
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e uma obs: só eu achei a tia no 2º quadrinho parecida com a Uma Thurman no Pulp Fiction? õ_ô
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Caramba! Muito parecida mesmo com a Uma Thurman (em Pulp Fiction)! Já baixei o preview (que tem 25 páginas!) e vou dar uma conferida. Valeu pela dica!
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