J Michael Straczynski esclarece sua fase em Superman

por Gui Branco
em 27 de abril de 2010
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Quando J Michael Straczynski foi anunciado como escritor do Superman, e depois divulgou o nome do primeiro arco do personagem, começou uma série de boatos equivocados sobre os bastidores da série e da própria DC.

A saber, o nome da série, “Grounded”, tem dois significados em inglês, o primeiro significa “no chão”, o que levou à crer que o personagem deixaria de ser Super. Acontece que o título pode ser traduzido também como “de castigo”, o que parece mais apropriado com a descrição dada pela própria DC, onde ela pergunta como o personagem pode, depois de guerra dos Super-homens, continuar a ser o defensor da Verdade, Justiça e do “jeitinho americano”.

Outro boato foi que o escritor Marc Guggenheim teria se demitido do cargo de escritor da série Action & Comics, pois não poderia usar o Superman como personagem. Seu sucessor, Paul Cornell, estaria portanto escrevendo uma série com histórias de Lex Luthor. Acontece que Straczynski negou que exigiu exclusividade do personagem. Alegou que seria insanidade excluir o personagem mais poderoso da editora do seu “convívio social super-heróico” e deu a DC um cronograma detalhado de onde e quando o alter ego de Clark Kent poderia ser encontrado.

Por fim ele afirma que não existe nenhum plano de retirar os poderes do personagem ou que ele abandonará a cueca por fora da calça – ou seja, nada de Superman 2, nem Forrest Gump, nem nada que o valha.

Veja a capa de John Cassaday para Superman #701, cujo interior será do SeNacional brasileiro Eddy Barrows:

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Um comentário para “J Michael Straczynski esclarece sua fase em Superman”

  1. Ítalo disse:

    Caras, eu curto muito o Superman, e acredito que trabalhar com o personagem sem super poderes é uma forma muito bacana de demonstrar o que faz dele “super”. Mas também acho que esse plot não é suficiente para sustentar um arco inteiro, de repente serveria para conduzir uma história especial, tipo uma graphic novel curta.
    Não tem como lembrar da história do Alan Moore “O que aconteceu com o Homem de Aço?”, quando no desfecho o super passa por uma sala de Kryptonita (dourada?) e sai dela sem poderes. Um superman sem poderes fazendo uma peregrinação pelos Estados Unidos poderia ser uma bonita estória da humanidade do Super e dos reais motivos que o fizeram escolher por essa vida e o que faz valer a pena continuar a lutar por eles. Enfim, estou ansioso para essa fase do Strazysckaiada chegar por aqui.
    Abraço! e parabéns pelo post Gui Branco!

    [Reply]

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