SAIU! SAIU! SAIU!
Olá Galera, sejam bem vindos a mais um Hcast! Chegou a hora da parte 3 de 4 da série: Como Fazer uma História em Quadrinhos: Cores e letras. E como vocês bem sabem nós sempre trazemos os Wolverines de cada assunto, ou seja, os melhores no quem fazem. Então, o Hcast orgulhosamente apresenta o colorista/podcaster @Rodreis (Superman/Holy Avengers,…) e a letrista que já se tornou lenda: Lilian Mitsunaga (Batman: O Cavaleiro das Trevas/Sandman/Asilo Arkham, …). Não perca mais tempo lendo isso aqui e junte-se a nós (Gui Branco, Mano Araújo e Caetano Neto) nesse episódio seNacional.
Comentado nos emails
Ep. 08 – Causos de quadrinhistas
Viga Mestra 5 – Homem de Ferro por @oslevados
Comentado no episódio
DC Comics Guide to Coloring and Lettering Comics
Duração: 69:39
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Parabéns pelo episódio galera!
Vou propor uma pequeno exercício: Imagine a sua HQ favorita, agora tire a cor e depois as letras, ainda sobra bastante coisa né? Mas a diferença é monstruosa. Salvo os casos específicos das obras que são concebidas em preto e branco ou de escritores que estruturam seus roteiros abrindo mão dos diálogos (como foi feito brilhantemente na HQ O Sistema, quem souber quem são o roteirista e o artista, por favor…) sem cor e sem as “letrinhas” o nosso entendimento fica severamente prejudicado. A cor dá o “clima”, ajuda a definir dia e noite, a criar momentos de tensão, romance. Uma tipografia diferenciada revela um pouco da alma e da intenção das personagens, pode apontar para uma fala fantasmagórica, esquizofrênica, enfim…
Como o Rod Reis disse, o reconhecimento dos coloristas e dos letristas existe no mercado e poucos são os fãs que se importam com esse “detalhe”.
Eu como “nerd de carteirinha” desde cedo sempre li os créditos das revistas de cabo a rabao e nos anos 80 só dava ela. Quase sempre eu lia no rodapé dos meus formatinhos “Letras: Lilian Mitsunaga”. Lembro que ficava olhando os balões e aquelas letrinhas e pensava: “_ Putz, isso deve dar um trabalho do #@$@%*, ela deve ter uma paciência *#%$#@.” Com certeza essa paciência, a dedicação e o perfeccionismo (que ficou evidente na entrevista) fizeram a diferença pra Lilian ter entrado pra história. Sem desmerecer o trabalho dos outros letristas, alguém consegue lembrar o nome de outros profissionais da área? Eu posso citar a Valéria Calipo, mas eu sou um nerd maldito, hehehehe.
Rod Reis na luta pelo título de “rice guy” da podosfera, Dudu Sales cuidado!!! Recomendo os podcasts do meu xará. Vão lá conferir, o cara é super fera!!!
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Muito legal ter participado do episódio! Ficou ótimo
abs
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Opa! Ainda não ouvi, mas já agradeço a divulgação!
Quando eu ouvir, comento.
Abraço!
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Meninos, quero agradecer de novo o convite. A gravação foi superbacana e descontraída e a edição ficou ótima!!! Bom trabalho! Vocês deixam os convidados bem à vontade. Beijo grande a todos e muito sucesso!
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Muito bom o podcast, pessoal. Lisonjeado fico eu de receber elogios de vocês.
O papo foi bem legal. É uma pena que apenas os roteiristas e desenhistas tenham grande reconhecimento do público. Os outros profissionais envolvidos são tão importantes quanto eles.
Parabéns pelo podcast, a edição é excelente.
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Mais um ótimo episódio, galera!
Comentei no Twitter, esses dias, que o Paulo real – um espelho do personagem dos Levados – elogiou o podcast. E, preciso enfatizar: Vocês estão conseguindo melhorar o que já era bom.
Não é rasgação de seda nem nada do gênero, mas fico muito feliz ao ver que o podcast tem melhorado a cada episódio. A postura de vocês e a edição. Evolução constante!
Fiquei muito feliz em ouvir a Lilian Mitsunaga! Quem tem contato com os quadrinhos nacionais dificilmente não ouviu falar nessa profissional que é referência do mercado. Também foi m,uito bacana ter os comentários do Rod Reis, que manja muito de colorização.
Já mencionei antes que esta série sobre os conceitos básicos da concepção de HQs tem me agradado bastante. Seja por ver conhecimentos transmitidos, seja por aprender com gente muito gabaritada sobre o assunto.
No comentário do videocast, fiquei rindo o tempo todo com a narração “João Cana Brava” que o Caetano deu meu comentário!
Ó, fiquei felizão com o “Wesley Samp dos Levados e do HCast”. Ganhei o dia!
E vou confessar, eu curto o Sal Buscema. O Romitinha, também.
Concordo que não tenham os traços mais seNacionais, mas acho que nõ comprometer, além de terem uma cadência narrativa que me agrada. (Mas não me banam do Hcast! Também detesto o traço do Liefeld!)
E vocês são os únicos que conseguem com que eu escreva comentários tão longos. Continuem nessa toada! Grande abraço!
P. S.: Fui googlear pra tentar descobrir se os direitos do Hulk foram devolvidos ou expiraram. Quando vi que uma das primeiras referências da pesquisa era meu prórpío comentário no viedeocast 7, desisti de procurar!
(http://migre.me/F3Hl)
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ola Hcasters!
como designer gráfico me identifiquei muito com o que o Rod falou sobre o estudo de cores. As cores servem para contar uma história e transmitem um sentimento. Quando a escolha das mesmas são feitas de forma aleatória, grande parte da intenção da mensagem visual se perde. Digo isso porque entre os designers também existem alguns iniciantes que não entendem isso e acabam destruindo um bom trabalho, assim como os que estão começando suas carreiras como coloristas.
Caras, parabéns pelo ótimo episódio. O Hcast além de instrutivo é muito divertido =D
grande abraço!
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Deixando mais um comentário apenas para garantir que meu nome será dito pela maviosa voz de LivCat.
Nuff said.
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Excelentes entrevistas com dois brilhantes profissionais! Foi muito interessante ouvir os entrevistados realmente interessados e chegando a fazer perguntas um ao outro e transmitirem um conhecimento tão amplo sobre o assunto. Certamente, vou passar a valorizar ainda mais o trabalho de letristas e coloristas, bem como poder criticar de forma mais técnica.
Recentemente, ao ler Homem-Aranha #100, percebi que há uma sequência de balões na página 13 que mostra o Aranha imitando a voz de Christian “Bruce Wayne” Bale nos filmes do Batman. Porém, não há qualquer efeito nas letras e só percebemos que ele estava fazendo a imitação no quadro seguinte, quando ele tosse devido ao fato de ter forçado a voz: “Cof! Haac! Como ele aguenta falar assim o filme inteiro?”, ele diz. Por mais que seja assim no original, foi uma falha. Acredito que poderia ter sido corrigida na versão brasileira, mas não sei se há liberdade para isso. Alguém sabe?
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Caramba…
Dois grandes nomes dos quadrinhos juntos em um podcast:
@Rodreis e Lilian Mitsunaga
Ficou excelente… muito informativo.
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[...] também), Rodney Buchemi, Mallandrox, Eddy Barrows, Dudu Sales, Flávio Soares, Rogério de Souza, Lilian Mitsunaga, Rod Reis, Rob Lean, Rafael Tavares, Geórgia Kerbage e muito mais [...]
http://www.clubedeautores.com.br/book/121459–LETRAS_LILIAN_MITSUNAGA
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