Bem vindos a mais um Fica a Dica! É isso mesmo, eles não me demitiram ainda, então posso aproveitar essa chance para compartilhar mais uma sugestão de leitura que envolve o pseudo(?)-sobrenatural, o nosso destemido detetive do pesadelo Dylan Dog!
O Fica a Dica desta vez foi até a Itália para trazer até vocês este estranho personagem: O pentagrama foi desenhado e o teve seu portal aberto em 1986, por Tiziano Sclavi (O chamado “Stephen King italiano” que escreveu também Zagor, Ken Parker e MisterNo… bom, who cares?). Lançado no brasil pela Record, Globo e pela Conrad com poucas edições e pela mythos que lançou várias histórias no velho formato italiano que vemos nas bancas (Como as revistas Tex ou Mágico Vento(Que é muito boa por sinal)), Dylan Dog já possui uma legião de fãs, tanto que esperamos um filme para este ano ainda com o super-novato Brandon Routh no papel do carismático detetive.
Se você gosta de um bom suspense/terror, situações caóticas e de ver uns peitinhos aqui e ali, você vai gostar de acompanhar Dylan em seus casos, na maioria das vezes, insólitos. Sua campainha soltando gritos que acordam a vizinhança, seu parceiro Groucho constantemente soltando piadinhas como “Ontem salvei uma mulher que estava pra ser violentada, bastou eu me controlar” (essa e muitas outras aborrecem todos so personagens envolvidos na trama), seu galeão que vai sendo montado peça por peça durante as aventuras, o clarinete que toca durante “brainstorms” de casos, a rotina 007 de “pegar” uma donzela em cada aventura, seu amigo inspetor Bloch que continua o ajudando mesmo após sua saída da Scotland Yard, todos esses são os pequenos detalhes que somam a grande experiência que é o universo do nosso herói abstêmio.
Sempre que tento evangelizar alguém no mundo dos quadrinhos o que sempre escuto é que ou “os personagens sempre morrem e voltam” ou “eu não acompanho as histórias e não posso comprar um número isolado para entender o que está acontecendo” e às vezes um: “Vá a merda seu nerd”. Em Dylan Dog, pode ter certeza que você verá muitas mortes mas o protagonista não foi envolvido em nenhum golpe publicitário desse tipo, e se você se preocupa em como começar a ler, fique tranquilo pois cada número é um caso, histórias fechadas para seu bel-prazer (bel neste caso, de Belzebu). Em alguns casos você pode até pasmar como “nem tudo é o que parece”, os roteiristas levam essa idéia ao pé da letra, casos em que o assassino parece ser um imortal ou que sugerem criaturas do outro mundo, levam a um grande “plot-twist” no final da trama.
Fica mais uma vez a dica para aqueles que procuram algo diferente para ler, lembrem-se que você pode pesquisar uma revista interessante e enviar o pedido para a Hstore que os Hcasters vão organizar a compra e envio da sua revista. Minha sugestão é a Dylan Dog #4 – Partida com a Morte:
Eu venho bebendo muito esses dias então não lembro muito dos detalhes, mas pode confiar que a história é aterrorizante, engraçada e muito bem elaborada.
XABARÁS VENHA A MIM PELO AMOR DE DEUS!










Esse era ums dos meus quadrinhos favoritos que eu nunca deixava de comprar. Pena que parou de ser publicada aqui no Brasil.
Umas das edições mais fodas de Dylan Dog é a edição nº6 da Conrad, onde Dylan vive situações muito loucas( loucas mesmo) em uma madrugada, devido a ele ter ficado preso fora de casa. E outra muito louca é uma que ele tenta resolver assassinatos em um Teatro e a parada toda flui como uma peça teatral. Muito bom, muito bom mesmo!
COMPREM E LEIAM!
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Eu saco essa história, “Depois de meia-noite, Tudo isso porquê o Groucho dormiu com algodão nos ouvidos, uhuhuhu.
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