Quem está acompanhando os nossos twitters sabe que eu e o Guilardo estamos aqui em São Paulo para o lançamento do MSP+50. Embora seja lançado oficialmente hoje, o álbum já está sendo comercializado no estande da Panini na Bienal do Livro 2010 de São Paulo desde o seu primeiro dia. Ontem, enfrentamos filas e ladeiras para trazermos as nossas primeiras impressões para vocês.
Para quem estava intocado, escondido do mundo, ano passado foi lançado o MSP50. O álbum foi uma comemoração aos 50 anos de carreira do Mauricio de Sousa. Para esse presente foram convidados 50 artistas de diversos estados brasileiros para homenagear o trabalho do Mauricio usando os personagens da Turma da Mônica em seus próprios traços e maneiras de contar histórias. Além de diversos estados, os artistas tinham também estilos bem divergentes. O que para mim é um dos motivos do grande sucesso do álbum. É impossível não se identificar com pelo menos uma história. Goste você de histórias mais infantis, mais adultas, mais experimentais, mais clássicas… O álbum atende a todos os gostos.
O sucesso foi tão grande, que acredito não ter sido uma decisão de uma continuação só por motivos financeiros, mas uma exigência dos fãs. Vou nem mentir que eu terminei o álbum com gostinho de quero mais. Resultado, o MSP+50. Seguindo a mesma ideia e conceito similar. Similar porque existe uma tênue diferença que o Sidney Gusman, o editor, já tinha adiantado em uma entrevista exclusiva para o Hcast. Dessa vez, as homenagens ao Mauricio não seriam diretas, com parabenizações e felicitações na história, mas sim com os autores mostrando seu carinho e respeito para com os personagens da Turminha. O que para mim fez uma grande diferença. Não que isso signifique que o primeiro álbum seja inferior ou menor que o segundo. Mas enquanto no primeiro, parecíamos estarmos não só lendo um cartão de aniversário de uma pessoa querida, mas participando da festa, dessa vez parece que fomos direto a festa.
Mais uma vez não só o gostinho de quero mais, mas também de conhecer o trabalho de autores que não conhecíamos, está presente e já me remoendo. Ainda bem que o Sidão já está convocando a seleção do terceiro. Quanto a conhecer o trabalho dos autores, de certa forma, para quem acompanha o Mauricio e o Sidney no twitter, já tinha visto algumas prévias, já tinha pegado alguns links e navegado pela galeria desses autores. Aliás, essa campanha no microblog deve ter ajudado muito a mostrar como o público estava ansioso pela chegada desse segundo álbum.
Fazendo as considerações finais ao álbum, eu diria não deixem de ler, não deixem de ter. É mais uma obra prima que não pode faltar na sua coleção.






[...] mas caso você seja temeroso e não queria correr o risco de perder surpresas, você pode ler o Review anterior em que falo somente do álbum em si. As imagens que usarei aqui, para não ter problemas, são as mesmas imagens que o Sidney vinha [...]